Segundo Bosker, você só precisa saber duas coisas ao comprar vinho: quanto quer gastar e quais sabores gosta . “Isso pode ser algo tão específico quanto ‘Eu adoro Rieslings secos eslovacos’ ou tão amplo quanto ‘Eu gosto de vinhos com gosto de pêssego'”, diz ela. Comunique esses fatos em uma loja de vinhos ou restaurante da mesma forma que pediria a um vendedor para lhe indicar o caminho certo em uma loja de roupas. “Quem trabalha lá poderá te ajudar a encontrar algo fabuloso”, diz Bosker.
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Em caso de dúvida, não tenha medo de experimentar um vinho curinga. Quase todo mundo já ouviu falar do Cabernet Sauvignon da Califórnia ou do Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. “Os restaurantes os chamam de ‘vinhos de presente’ — e cobram mais por eles porque os clientes os reconhecem primeiro, sentem que estão seguros e dizem ‘Me dá isso! Não importa quanto custe!'”, explica Bosker. A melhor maneira de encontrar valor é ir além desses vinhos populares e experimentar coisas novas . Então, vá mais além na lista e não tenha medo de pedir um vinho que você nunca ouviu falar ou que não consegue pronunciar. “Esses vinhos são mais difíceis de vender, mas estão na lista porque alguém os adora”, diz Bosker. “Será uma surpresa, você aprenderá algo e provavelmente o achará delicioso.”
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Como sommelier, este é meu processo exato para escolher vinho em uma loja de garrafas, passo a passo.